quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Foi possível e você não sabia...



László Polgár
 
  Por acaso conhece László Polgár? Ele é pai de Judit, Susan e Sofia, as célebres irmãs Polgár. Se você gosta de xadrez já deve ter ouvido falar delas, que ganharam o título de GM com 15, 14, 17 anos respectivamente.
  László Polgár foi um pedagogo húngaro interessado em métodos apropriados para a educação de crianças, e após estudar as biografias de centenas de grandes intelectuais, acreditou que gênios podiam ser criados.
  Ele é autor do livro Bring Up Genius! (infelizmente esgotado) onde ensina a criar ambientes favoráveis para a criação de gênios. Isso mesmo, para o pedagogo gênios podem ser criados, e para provar, utilizou seus métodos de ensino para instruir suas filhas...
  Dizem que ele se casou só para poder colocar em prática seu modo de ensinar. Claro, com a autorização da esposa...
  No site abaixo você pode conferir uma entrevista dada por Lászlo (você sabe ler húngaro? É uma boa hora para aprender!)

  Neste outro site (infelizmente não gratuito) você pode ler o livro online em inglês (ou pelo menos é o que parece... eu não paguei para ver)

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Crianças na China programando na pré-escola




    A ideia é simples: aproveitar o interesse das crianças pelo smartphone ou tablet e direcioná-lo para a programação. "O que você aprendeu hoje na escola, filha? Ah, eu aprendi o ba, be, bi, bo, bu e um pouco de linguagem C++...!" Será que essa prática funcionaria no Brasil? O site não deixa claro como a programação é trabalhada com as criança na China, mais vale dar uma olhadinha no site: http://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/a-%C3%BAltima-loucura-dos-pais-chineses-aulas-de-programa%C3%A7%C3%A3o-na-pr%C3%A9-escola/ar-BBnapfk?li=AAaDxqs&ocid=mailsignoutmd

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

BRASILEIRO DE 13 ANOS CRIA FÓRMULA PARA MULTIPLICAR



   Se você, assim como eu, precisa de um lápis, papel e uns 45 segundos para saber quanto é 4567 multiplicado por 9, então você precisa conhecer o método para multiplicação criado por Renato Sette, um estudando (13) de Caruaru (PE). Divirta-se testando o método dele e tente dizer porque você não pensou nisso antes...


sábado, 19 de setembro de 2015

Stephen Hawking



     Se o nome não te parece estranho, mas pouco sabe sobre ele, então leia algumas das reflexão desse senhor de 73 anos e saiba porque ele é considerado um dos cientistas mais brilhantes do nosso século.

    “Deus pode existir, mas a ciência consegue explicar o universo sem a necessidade de um criador.”
  “Acredito que a vida se desenvolve de forma espontânea na Terra, então deve ser possível para ela se desenvolver em outros planetas.”
    “O desenvolvimento da inteligência artificial pode ser o fim da raça humana.”
   “A ideia de viagem no tempo não é tão louca quanto parece.”
   "As coisas podem escapar de um buraco negro, tanto para o lado de fora, como também possivelmente em um outro universo." 
   “Você tem que ter uma atitude positiva e tirar o melhor da situação na qual se encontra.”   
   "Manter alguém vivo contra a sua vontade é uma grande indignidade."
   “Nós somos uma espécie avançada de macacos em um planeta menor de uma estrela mediana. Mas nós conseguimos entender o universo. E isso nos torna muito especiais.”

  

domingo, 23 de agosto de 2015

Estudo explica por que autistas são geralmente mais criativos


Se você tivesse que pensar em usos alternativos para um clipe de papel, que resposta daria? Hum… que tal um cabide, um alfinete, fazer joias com ele ou mesmo usar para limpeza de objetos pequenos? Nada muito criativo, não? E se a resposta fosse: uma mola ou uma peça para um jogo?
Essas respostas ajudaram um estudo a concluir que pessoas com características autistas dão respostas mais criativas para problemas que testam o chamado "pensamento divergente", ou seja, a capacidade de oferecer várias respostas diferentes a uma pergunta. A pesquisa foi publicada recentemente na revista Science Advances.
Psicólogos da Universidade de East Anglia e da Universidade de Stirling, no Reino Unido, fizeram a pesquisa com pessoas que não têm o diagnóstico de autismo, mas que têm muitos comportamentos e processos de pensamento associados ao autismo. Esses participantes sugeriam menos soluções, mas de qualidade e originalidade superior às propostas por pessoas com menos características autistas.
"As pessoas com grau mais alto de características autistas tiveram menos ideias criativas, mas de maior qualidade. Considera-se geralmente que o pensamento deles é mais rígido, portanto, o fato de que suas ideias são mais incomuns ou raras é surpreendente. Essa diferença pode ter implicações positivas para a resolução de problemas criativos", afirma Martin Doherty, um dos autores.
Direto para o desafio
Estudos anteriores usando as mesmas questões mostraram que a maioria das pessoas usa primeiro estratégias mais simples, por exemplo, associação de palavras, para produzir respostas óbvias. Só depois passam a pensar em estratégias mais complexas e as respostas se tornam mais criativas. A pesquisa sugere que as pessoas com mais traços de autismo vão direto às estratégias mais difíceis.
"As pessoas com traços autísticos abordam os problemas de criatividade de uma forma diferente", diz Doherty. "O caminho da associação ou da memória para ser capaz de pensar em ideias diferentes é comprometido, enquanto a habilidade específica de produzir respostas incomuns é relativamente não comprometido ou superior".
Para a autora Catherine Best, da Universidade de Stirling, o estudo explica como algumas pessoas portadoras de algo que é visto como "deficiência" mostram criatividade superior em algumas áreas. "É preciso perceber que há grande variação entre as pessoas com autismo. Pode haver pessoas cuja habilidade de trabalhar independentemente é comprometida e outras que são muito menos afetadas. Da mesma forma, nem todos com o distúrbio, ou traços associados a ele, vão ser bons em resolver problemas criativos. Entender essa variação será peça chave para entender o autismo e o impacto que ele tem na vida das pessoas", disse.
Metodologia
Os pesquisadores analisaram dados de 312 pessoas que fizeram um questionário anônimo online para medir seus traços de autismo e fizeram uma série de testes criativos. Os participantes foram recrutados via mídia social e sites para pessoas com Transtorno do Espectro Autista e seus parentes - 75 dos participantes disseram que receberam diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista.
Para testar o chamado "pensamento divergente", pediu-se aos participantes que criassem quantos usos alternativos conseguissem para um tijolo ou clipe. A resposta foi classificada de acordo com a quantidade, elaboração e originalidade. Pessoas que propuseram quatro ou mais respostas originais tinham nível mais alto de características autistas. As respostas mais simples do início dessa reportagem foram de pessoas com menos traços, enquanto as mais originais foram de pessoas com mais características autistas.